Contratos Empresariais
Contrato de empresa de tecnologia não se resolve com modelo genérico. SaaS não é locação, licenciamento não é prestação de serviço, e desenvolvimento sob demanda envolve uma discussão de titularidade que a maioria dos modelos simplesmente ignora.
Aqui o contrato é construído a partir do produto e do modelo de receita reais. O objetivo não é encher o documento de cláusulas de proteção, é fechar negócio com segurança e no tempo que a operação exige.
Nossa vantagem competitiva

Contrato que entende o produto
SLA, disponibilidade, suporte, limitação de responsabilidade, tratamento de dados e regras de reajuste desenhados a partir de como o software efetivamente funciona.

Titularidade definida
Quem fica com o código, com as customizações e com o que foi desenvolvido durante o projeto. É a discussão mais negligenciada e a que mais gera disputa depois.

Negociação com o cliente
Análise e contraproposta de minutas recebidas de grandes contratantes, identificando o que é padrão de mercado, o que é negociável e o que representa risco inaceitável.

Padronização escalável
Minutas próprias, com pontos de flexibilidade já mapeados, para que o time comercial negocie sozinho o que é simples e acione o jurídico só no que é relevante.
Ainda com dúvidas
Se ficou alguma dúvida sobre contratos empresariais, fale com a advogada. A primeira conversa serve para entender o momento da sua empresa e indicar o caminho.
Uma boa minuta padrão resolve a maior parte dos casos e dá velocidade ao comercial. O que muda são os pontos de negociação com contratantes maiores, que costumam impor as próprias condições.
Depende do que estiver escrito. Sem previsão expressa de cessão, a titularidade tende a permanecer com quem desenvolveu. É uma cláusula que precisa ser tratada de forma explícita nos dois sentidos.
Vale. Minutas de grandes contratantes concentram risco no prestador: multas desproporcionais, responsabilidade ilimitada, exclusividade e propriedade sobre tudo o que for produzido. Boa parte é negociável.
